Confiança Cautelosa de Fabio di Giannantonio
Fabio di Giannantonio demonstra uma confiança cautelosa de que os problemas enfrentados na parte dianteira da GP25 no ano passado estão resolvidos. No entanto, ele prefere aguardar o teste em Buriram para emitir um julgamento final.
Desempenho no Teste de Sepang
O piloto da VR46 Ducati conseguiu o terceiro lugar na tabela de tempos do teste de MotoGP em Sepang com a versão revisada da GP26, mesmo sem ter a oportunidade de experimentar seu "pacote completo" de peças preferidas simultaneamente. Durante os três dias de testes, di Giannantonio testou várias opções de hardware e configurações, e sentiu-se consistentemente bem com a dianteira da moto.
“Estou realmente feliz com esses três dias de testes, porque acho que a velocidade sempre esteve presente, assim como a sensação”, afirmou. Ele ainda destacou que não teve voltas lentas em nenhum dos tipos de corridas realizadas.
“Experimentei muitas coisas relacionadas à configuração e novas peças para o chassi e para a aerodinâmica. É uma pena pela chuva de ontem, pois precisávamos de mais algumas voltas para completar o pacote completo. Acredito que na Tailândia veremos o pacote completo junto”, acrescentou.
Melhores Tempos de Volta
A melhor volta de di Giannantonio durante o teste foi de 1m 56.785s na manhã final, seguida por uma volta ligeiramente mais lenta, com o tempo de 1m 57.093s à tarde. “Tentamos algo no ataque ao tempo à tarde para tentar melhorar, mas foi o oposto. Fiz uma volta de ‘57.0. É uma ótima volta. Mas não foi com o melhor pacote para nós”, comentou.
Após uma temporada de 2025 em que a sensação dianteira da GP25 variava drasticamente de uma sessão para outra, di Giannantonio descreveu a performance da GP26 como “previsível”. “O maior desafio para mim era encontrar consistência na sensação da frente”, confirmou.
Expectativas para o Teste em Buriram
“E aqui, mais ou menos com todas as [mudanças] que fizemos, a dianteira estava se sentindo bem, então isso já é uma boa melhoria.” A grande questão agora é se essa previsibilidade se manterá no teste final em Buriram, que ocorrerá ainda este mês.
“Vamos ver se conseguimos repetir isso em outra condição na Tailândia. Essa é a chave”, disse di Giannantonio. No entanto, o piloto italiano ressaltou que os altos níveis de aderência ao final do teste em Sepang eram ainda ‘realistas’. “Agora o nível de aderência na Malásia é sempre bom, e depois fica realmente bom [no final do final de semana de corrida]. Portanto, as condições da pista [no teste] ainda estavam dentro da faixa que você pode entender o que está tentando”, explicou.
Desempenho do Companheiro de Equipe
O companheiro de equipe de di Giannantonio, Franco Morbidelli, foi o sétimo mais rápido na máquina de especificação satélite, posteriormente negando que pudesse ser chamado de ‘GP25’.