Lewis Hamilton não usará mais simulador da Ferrari
Lewis Hamilton confirmou que não fará mais uso do simulador da Ferrari durante o restante da temporada, após alcançar o segundo lugar no Grande Prêmio do Canadá, realizado no domingo, dia 24. A decisão de Hamilton foi inicialmente tomada após o sexto lugar obtido no Grande Prêmio de Miami deste ano, mas o heptacampeão reiterou sua nova abordagem e estratégia até o final da temporada de 2026.
Reflexão sobre o uso do simulador
Hamilton declarou: “Se você olhar para as duas melhores corridas que fiz, não usei simulador. É assim, honestamente. Em todos os campeonatos anteriores, exceto talvez 2008, não usei simulador. Não é uma necessidade. É uma ferramenta que pode ser poderosa, mas para mim, sou old school. Sou provavelmente melhor sem ele.”
Valor do simulador para a equipe
Embora Hamilton tenha optado por não utilizar o simulador para sua preparação pessoal, ele reconheceu que a ferramenta ainda possui valor para a equipe Ferrari. Ele ressaltou a importância de dirigir o carro real, afirmando: “O lado positivo de poder dirigir o carro real é voltar e dizer: é assim que realmente se sente, estas são as coisas que estão faltando, para que possamos melhorar. […] Agora, se vou usá-lo para me preparar para outra corrida, provavelmente não. São muitos riscos.”
Desempenho no GP do Canadá
Hamilton classificou o fim de semana em Montreal como “incrível” e comentou sobre o trabalho interno da Ferrari na busca por uma configuração mais adequada ao seu estilo de pilotagem. Durante a corrida, um dos momentos mais marcantes foi o confronto com Max Verstappen, relembrando a rivalidade histórica entre os dois campeões mundiais de Fórmula 1.
O desempenho de Hamilton e sua decisão em relação ao simulador refletem uma abordagem pessoal em sua preparação e estratégia para as próximas corridas, permitindo que ele se concentre em sua experiência e intuição como piloto. A escolha de não utilizar o simulador pode ser vista como uma forma de valorizar sua habilidade e estilo de pilotagem, em um momento em que a tecnologia se torna cada vez mais predominante no esporte.