Red Bull Racing e Isack Hadjar
A Red Bull Racing parece estar iniciando uma nova fase com a inclusão de Isack Hadjar, que é um jovem piloto. Hadjar, por sua vez, negou qualquer noção de que o segundo carro da equipe possa ser considerado uma “maldição”. Ele começou a temporada de 2026 da Fórmula 1 sob uma intensa pressão, uma vez que se juntou a Max Verstappen como seu novo companheiro de equipe.
Desempenho e Histórico Recente
O histórico recente da equipe pesa sobre Hadjar, especialmente considerando que pilotos como Pierre Gasly, Alex Albon, Sergio Pérez e Yuki Tsunoda não conseguiram igualar o desempenho do tetracampeão Verstappen e acabaram deixando a equipe em algum momento. Apesar desse contexto, Hadjar afirmou que não se deixa intimidar por essa realidade.
Reflexões Antes da Temporada
Hadjar admitiu que teve algumas dúvidas antes do início da temporada, particularmente ao observar as discrepâncias de desempenho entre Verstappen e seus antigos companheiros de equipe. Ele comentou: “Se você olha as diferenças para os companheiros do Max, pensa que é estranho, mas ao mesmo tempo, sou realista. É um novo regulamento, temos o mesmo carro”.
Desempenho nas Primeiras Corridas
Apesar das dificuldades iniciais com o RB22, que foi descrito como um carro complicado de pilotar, Hadjar destacou que seu desempenho nas três primeiras corridas da temporada correspondeu às expectativas. Ele disse: “Não estou muito longe de Max e estou satisfeito com o que entreguei nessas primeiras corridas com o carro que tive. No geral, é bem positivo”.
Consistência e Velocidade
O piloto francês tem mostrado consistência e velocidade, características que destoam do padrão recente da equipe. Desde a saída de Daniel Ricciardo, poucos pilotos conseguiram se adaptar às particularidades do carro da Red Bull. Nesse contexto, Hadjar se apresenta como uma possível exceção a esse histórico.