Preparação para o Desafio em 2026
Isack Hadjar declarou que a sua primeira temporada na Fórmula 1, que está ocorrendo neste ano, está servindo como uma preparação para o grande desafio que o aguarda em 2026, quando novas regras técnicas da categoria estarão em vigor. O piloto francês da equipe Racing Bulls tem se destacado em seu ano de estreia, especialmente após conseguir o terceiro lugar no Grande Prêmio da Holanda, que representa seu melhor resultado até o momento.
Oportunidade de Promoção
O bom desempenho de Hadjar, aliado às dificuldades recentes enfrentadas por Yuki Tsunoda na Red Bull Racing, posicionou o jovem piloto como um forte candidato a uma possível promoção para a equipe principal em 2026, onde poderá atuar ao lado de Max Verstappen.
Mudanças na Liderança
Apesar das recentes mudanças de liderança na equipe, com Laurent Mekies assumindo o comando da Red Bull Racing após a saída de Christian Horner, e Alan Permane sendo nomeado chefe de equipe na Racing Bulls, Hadjar afirmou que o ambiente interno da equipe permanece estável.
“Não senti uma grande mudança”, comentou Hadjar. “Alan sempre esteve aqui, não foi como se tivéssemos trocado alguém por outro vindo de fora. Senti que ambos apenas ganharam uma promoção, digamos assim. O que mais gosto é ter pessoas que lideram a equipe e, ao mesmo tempo, têm formação técnica. Isso é muito interessante para nós, pilotos, porque podemos confiar neles. É uma dupla vantagem: um homem de negócios e um engenheiro”, acrescentou o piloto.
Nova Geração de Chassis e Unidades de Potência
Com a introdução da nova geração de chassis e unidades de potência prevista para 2026 na Fórmula 1, Mekies e Permane estarão à frente do grupo Red Bull nessa nova fase. Para Hadjar, isso torna o aprendizado em 2025 ainda mais crucial.
“No próximo ano, o desenvolvimento será enorme. É muito importante que, quando eu der meu feedback, tudo o que eu disser ajude a empurrar a equipe na direção certa. Estou ciente disso; este ano é todo sobre treinos para o próximo. 2026 será uma temporada em que o cérebro fará a diferença”, concluiu Hadjar.