Desempenho de Gabriel Bortoleto no GP de Singapura
Gabriel Bortoleto teve uma experiência desafiadora durante o Grande Prêmio de Singapura da Fórmula 1. O piloto enfrentou dificuldades que impactaram seu desempenho, resultando em uma 17ª colocação ao final da corrida.
Classificação Complicada
As dificuldades começaram já na fase de classificação, onde Bortoleto foi prejudicado por uma bandeira amarela provocada por Pierre Gasly. Essa situação obrigou-o a reduzir a velocidade, o que impediu sua passagem para a segunda fase de qualificação (Q2). Como consequência, ele terminou a sessão na 16ª posição do grid. No entanto, uma desclassificação dupla dos pilotos da Williams permitiu que ele avançasse, subindo para a 14ª colocação.
Incidente na Corrida
Durante a corrida, Bortoleto tentou maximizar seu desempenho, mas logo no início do evento, ele se envolveu em um toque que danificou uma parte de sua asa dianteira. Após esse incidente, ele foi obrigado a realizar a troca do bico do carro e optou por calçar pneus duros. Contudo, ao final da corrida, o desgaste dos compostos se tornou evidente e impactou negativamente seu rendimento.
Reação Após a Corrida
Em uma entrevista concedida à jornalista Mariana Becker após a corrida em Marina Bay, Bortoleto expressou sua decepção em relação ao que ocorreu durante a prova. Ele comentou sobre o impacto do toque em sua performance, afirmando: “Óbvio que é sempre ruim [um toque], dano você sempre perde performance do carro, perdemos ali com certeza um bom tempo passando o primeiro stint inteiro sem uma parte da asa. Mas, bom, acho que é isso. Quando você está largando ali do meio do pelotão, você tem de tentar fazer alguma coisa.”
Bortoleto também explicou sua escolha de pneus para a largada, dizendo: “Tinha um pessoal em volta de mim largando de pneu macio, nós optamos por largar de pneu médio, tentando estender no primeiro stint, acabou que eu já não tive a melhor largada de todas, três carros lado a lado na curva 1, acabamos tocando e não foi culpa de ninguém. Preciso rever, mas acho que é só questão de corrida. Um pequeno toque ali quebrou nossa asa e foi isso.”
O piloto destacou ainda que o dano na asa comprometeu seu ritmo durante a corrida. Ele comentou: “Aquele primeiro stint inteiro nós estávamos sem ritmo por conta disso e a gente decidiu parar cedo para arrumar a asa, mas acabamos ficando sem pneu no final da corrida, não tem pneu que dura vida infinita. Então, é só isso.”