Rumores sobre interesse da Mercedes na Alpine
Toto Wolff, chefe da equipe Mercedes, voltou a se manifestar sobre as especulações relacionadas ao interesse da escuderia em adquirir uma participação minoritária na equipe Alpine, que compete na Fórmula 1. Wolff negou categoricamente que essa possível aquisição tenha como objetivo provocar Christian Horner, atual diretor da Red Bull Racing.
Situação atual da participação na Alpine
Atualmente, a Alpine enfrenta uma disputa para garantir uma participação de 24% em sua estrutura acionária. Essa fatia é atualmente controlada pela Otro Capital, que entrou no cenário em 2023. A Mercedes, junto com o ex-chefe da Red Bull, que foi demitido em 2025 após o Grande Prêmio em Silverstone, tem demonstrado interesse nessa pequena participação.
Declarações de Toto Wolff
Apesar dos rumores que circulam na mídia, Toto Wolff deixou claro que a intenção de adquirir uma parte da Alpine não está relacionada a qualquer rivalidade com Christian Horner. Em entrevista à PA Sport, ele afirmou: “O fato de estarmos analisando essa participação não tem nenhuma ligação com Christian.”
Wolff prosseguiu explicando que a tese de uma rivalidade entre ele e Horner, no que diz respeito à compra de uma participação na Alpine, é uma invenção. “Seria muito triste se isso fosse um fator considerado na decisão de fazer ou não esse investimento”, comentou o dirigente.
Análise da situação
Wolff também destacou que a equipe está avaliando a situação de diferentes ângulos e que, até o momento, não chegaram a uma conclusão definitiva. “Queremos saber se faz sentido”, completou o chefe da Mercedes, enfatizando que a análise é cuidadosa e criteriosa.
O dirigente reiterou que a análise da possível aquisição é uma parte importante da estratégia da equipe, mas que não está sendo feita de maneira impulsiva ou motivada por rivalidades pessoais no paddock da Fórmula 1.
Com isso, o futuro da Alpine e a possível participação da Mercedes permanecem incertos, mas Wolff garante que as decisões estão sendo tomadas com base em critérios profissionais e estratégicos, e não em provocações pessoais.