Parceria entre Mercedes e Microsoft
A equipe de Fórmula 1 da Mercedes deve anunciar uma nova e significativa parceria com a Microsoft, conforme informações divulgadas pela emissora Sky News.
Detalhes da Parceria
De acordo com o relatório, a equipe com sede em Brackley confirmará a parceria durante o evento de lançamento da F1 de 2026, programado para o dia 22 de janeiro. A estimativa é de que o valor do contrato seja em torno de 60 milhões de dólares por ano, embora esse valor ainda não esteja oficialmente confirmado.
Colaborações Recentes
A parceria com a gigante da tecnologia seria a mais recente colaboração a ser anunciada, seguindo a aliança da Mercedes com a PepsiCo. Além disso, essa notícia vem após o diretor da equipe e CEO da Mercedes F1, Toto Wolff, ter vendido 15% de sua participação na empresa holding, o que equivale a 5% da equipe de F1, para o CEO da CrowdStrike, George Kurtz. A venda da participação avaliou a equipe em 4,6 bilhões de libras.
Toto Wolff comentou sobre o crescimento da equipe: "Acho que isso mostra um bom desenvolvimento, pois as equipes se tornaram sustentáveis e lucrativas", disse ele à Sky Sports F1 em Las Vegas. "Não é apenas uma avaliação que foi tirada do nada. Quando você observa nossas receitas e nossos fluxos de caixa, estamos entre as cinco, talvez três equipes esportivas mais lucrativas do mundo, e é disso que vêm as avaliações. Tem sido o trabalho de muitos anos e o esporte está em um bom lugar."
Lançamento da Livery de 2026
A Mercedes fará a apresentação de sua nova livery para a F1 de 2026 e, supostamente, também da parceria com a Microsoft, durante o evento que ocorrerá no dia 22 de janeiro. Estarão presentes na ocasião Wolff, os pilotos George Russell e Andrea Kimi Antonelli, além de membros seniores da equipe, que fornecerão informações detalhadas sobre as mudanças técnicas sob as novas regulamentações.
Novas Regulamentações para 2026
O ano de 2026 marcará o início de um novo conjunto de regulamentações no campeonato. Algumas das mudanças incluirão uma unidade de potência com uma divisão de 50:50 entre combustão interna e energia elétrica, carros menores e mais leves, a remoção do DRS (sistema de redução de arrasto) e a introdução de aerodinâmica ativa, entre várias outras revisões.