Pressão sobre Lewis Hamilton na Ferrari
A pressão sobre Lewis Hamilton na equipe Ferrari aumentou após declarações contundentes feitas por Ralf Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1. Schumacher sugeriu que a equipe italiana deve considerar a possibilidade de substituir o heptacampeão por Oliver Bearman, um jovem talento da Haas, que também faz parte da academia de pilotos da Ferrari.
Opções Promissoras
Em uma entrevista concedida à Sky alemã, Schumacher comentou que Bearman representa uma opção mais promissora e, ao mesmo tempo, financeiramente vantajosa para o futuro da Ferrari. Ele afirmou: “A Ferrari tem o jovem Bearman, que está fazendo maravilhas com a Haas. E ele custa uma fração do que o Lewis ganha”. O ex-piloto ressaltou que Hamilton recebe ‘valores altos de dois dígitos’ em milhões de euros.
Desempenho e Idade
Schumacher também levantou questionamentos sobre a capacidade de Hamilton de manter o mesmo nível de desempenho que o consagrou ao longo de sua carreira, especialmente considerando que ele completará 41 anos antes do início da temporada de 2026. Ele comentou: “Dá a sensação de que o filme ficou rápido demais para ele. Precisa de muita energia para fazer uma volta rápida, tem de dar mais de 100% para superar (Charles) Leclerc, e isso leva a erros”.
Sinais de Alerta
O ex-piloto citou o desempenho irregular de Hamilton durante o Grande Prêmio de São Paulo como um sinal de alerta. Ele observou que o piloto britânico não conseguia controlar adequadamente o carro, cometia erros e ainda enfrentava punições. Schumacher afirmou: “Se eu fosse gestor, diria: ‘não está funcionando, é melhor apostar em um jovem talentoso como Bearman’.”
Rompimento Contratual
Em um podcast da Sky, Schumacher reiterou que um rompimento contratual com Hamilton não seria algo inédito para a Ferrari, lembrando que a equipe já tomou essa decisão anteriormente em outras ocasiões.
Resposta da Ferrari
Enquanto isso, um porta-voz da Ferrari tentou minimizar a polêmica gerada pelas declarações de Schumacher. Ele afirmou que o comentário recente do presidente John Elkann, que pediu ‘menos palavras e mais resultados dos pilotos da Scuderia’, deve ser interpretado como uma observação construtiva e não como uma crítica direta a Hamilton ou a qualquer outro piloto da equipe.