Desempenho Complicado da Haas no GP do Canadá de 2026
Dificuldades na Qualificação Sprint
A Fórmula 1 enfrentou um início complicado para a equipe Haas durante o Grande Prêmio do Canadá de 2026. Esteban Ocon e Oliver Bearman conseguiram avançar para o SQ2 da Qualificação Sprint em Montreal, mas a equipe deixou a sexta-feira com incertezas em relação ao novo pacote de atualizações do modelo VF-26.
Ocon assegurou a 14ª posição no grid da Sprint, logo à frente de Bearman, que terminou em 15º lugar. O desempenho da equipe ocorreu após uma primeira sessão de treinos livres (TL1) que foi bastante interrompida por bandeiras vermelhas, dificultando a avaliação do novo conjunto aerodinâmico que foi levado ao Circuito Gilles Villeneuve.
Expectativas não Atendidas
Bearman comentou que a expectativa da equipe era encontrar um ganho imediato de performance com as atualizações, mas isso não se concretizou. “Esperávamos que a atualização fosse mais fácil de colocar na pista e que representasse um avanço logo de cara, mas não foi o caso”, explicou o piloto britânico. Ele também mencionou que teve dificuldades com a aderência e com a confiança no equilíbrio do carro durante a corrida.
Problemas Durante o Treino Livre
Ocon também enfrentou dificuldades durante a sessão de treino livre, incluindo um toque no muro que danificou a asa dianteira de seu carro. Apesar do incidente, o piloto francês teve a sorte de evitar consequências mais graves e conseguiu retornar aos boxes. “Fomos extremamente sortudos nesta manhã porque foi uma pancada forte. Provavelmente vou sentir isso amanhã”, comentou Ocon sobre o ocorrido.
Comportamento do Carro em Pista
De acordo com Ocon, a Haas ainda luta para entender o comportamento do carro, especialmente em relação às zebras e nas áreas mais onduladas da pista canadense. “Tudo parecia rígido demais no início. Melhoramos um pouco o carro, mas ainda há muito para analisar antes da classificação”, destacou o piloto.
Avaliação do Chefe da Equipe
O chefe da equipe, Ayao Komatsu, resumiu a sexta-feira como “muito difícil” e admitiu que a Haas terminou o dia com mais perguntas do que respostas. “Os pilotos não conseguiram ganhar confiança no carro como precisavam. Agora precisamos entender por que não conseguimos extrair performance nem do pacote antigo, nem do novo”, concluiu o dirigente japonês.